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1213CTAPEI635d

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Género de textoRelatório
ContextoLivre
DisciplinaComunicação Técnica
ÁreaCiências

O script do Java parece estar desligado, ou então houve um erro de comunicação. Ligue o script do Java para mais opções de representação.

Comparação de eficiência das várias soluções

Para todos os algoritmos foram usadas as mesmas estruturas de dados básicas, tais como um nó, uma árvore (com raiz e duas referências de memória para os nós filhos), uma classe representativa de uma embalagem da farmácia e , por fim, uma lista ligada no caso das listas de saltos

– Árvores Binárias

Tendo em conta que nestas árvores não existe qualquer critério de equilíbrio, estas tornam-se facilmente degeneradas com a sucessiva introdução de nós na árvore. Basta para isso pensar no caso de uma inserção ordenada, em que uma vez que os elementos vão entrar por ordem, a inserção vai ser feita apenas num sentido, gerando assim uma estrutura com apenas ramificação.

Sendo assim, não é aconselhável, tal como se pode observar pelos resultados (ver anexo A) o uso de métodos recursivos quando se trata de árvores muito grandes com grande informação, uma vez que o seu uso leva ao fácil esgotamento da memória, (árvores com vários níveis leva a várias chamadas de métodos), podendo mesmo levar a erros de execução, como, por exemplo, “Stack Overflow”. Por isso, é mais seguro usar algoritmos iterativos para percorrer este tipo de árvores.

– Árvores AVL

Uma vez que estas árvores possuem um fator de equilíbrio muito forte, isto é, a diferença de alturas entre as duas sub-árvores de cada nó, nunca é maior do que a unidade, a utilização de métodos recursivos já não levanta problemas, tendo em conta que estas árvores não crescem muito.

No entanto, apesar de o equilíbrio final da árvore ser muito bom, existe sempre algum custo (“overhead”) na inserção de novos elementos, tendo em conta que é necessário calcular fatores de equilíbrio e reestruturar a árvore caso esta não esteja equilibrada.

Estas árvores são estruturas que apresentam uma boa relação entre os nós atravessados numa inserção e o número de rotações necessárias para o reequilíbrio.

– Árvores VP

Nesta árvores usou-se referência auxiliares para os nós “pais” para facilitar a manipulação da árvore, mesmo que traga algum custo, este não é muito relevante.

Verifica-se que a abordagem “bottom-up” é mais fraca que a estratégia “top-down” uma vez que a primeira obriga a percorrer a árvore duas vezes, uma para inserir um nó tal como numa árvore binária e outra para avaliar possíveis falhas nas condições de equilíbrio de maneira a proceder ao seu reequilíbrio.


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